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O que esperar de 2011 na visão do Gustavo Loyola
Nesta última sexta-feira fui fazer uma palestra para a FETCESP (Federação das Empresas de Transporte de Cargas de SP) sobre Tencologia Produtiva. Eu já fiz algumas palestras com eles e sem dúvida eu adoro passar por lá. O público é muito bacana e o acolhimento de conteúdo e idéias é sempre grande.
Antes da minha palestra o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola, fez uma palestra sobre tendências da economia para 2010. Fiz algumas anotações e segue meu resumo:
Resumindo: só foram boas notícias. É nítido que o mundo pós-crise vai muito bem obrigado, os empresários estão motivados a investir e tudo indica que vamos continuar crescendo.
No Brasil:
- A prova dos 9 será quando o governo retirar todos os incentivos e a reação do mercado for sentida. Apesar de que passamos com louvor em todo cenário de crise e isso não deve afetar muito.
- Massa salarial deve crescer 5,6% acima da inflação o que é muito bom para a economia como um todo e a produção industrial deve ficar na casa de crescimento dos 5% em 2011.
- O câmbio deve ficar estável em R$ 1,8 e a inflação deve ficar na faixa de tolerância dos 5%.
- O BC deve crescer a taxa de juros até 11,25% para controlar essa inflação
- O que vai crescer mesmo é o credito tanta para PJ quanto para PF e isso terá um impacto direto na construção cível (se pretende comprar imóvel fica esperto, porque vai valorizar ainda mais).
- Como é um ano eleitoral o governo pode afrouxar a mão, gastar demais e errado (novidade…).
No mundo:
- Essa crise dos PIGS (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha) é um risco e caso não honrem suas dívidas pode ter reflexo aqui no Brasil.
- PIB Mundial deve crescer algo em torno de 3,7% em 2011
- Nos EUA o pior já passou, deve crescer na casa dos 2,5% (mas sem muita geração de emprego).
Para que todo esse “tralalá” de economista? Por que se você for comprar um imóvel, pensar em uma viagem com a família, caso você vá empreender ou pense em mudar de emprego, o cenário é super favorável.
A palestra me animou a investir mais na empresa, a procurar novos mercados, a tomar decisões de investimento em marketing. É um ano bom, vamos acreditar e usar nosso tempo para gerar ainda mais prosperidade. Para o País e para seu Bolso.



